sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Assunto polêmico, vamos lá.

Bom, na verdade antes quero agradecer a todas vocês que vieram aqui, que simplesmente leram os meus “surtos” e àquelas que decidiram efetivamente postar alguma coisa. Como dizem por aí... O MEU MUITO OBRIGADA... rsrsrs

Bom, hoje recebi um email de um grupo do qual faço parte, onde uma de nossas amigas fofas teve bebê recentemente e fez alguns questionamentos sobre amamentação, a hora de parar ou não, etc...

Vejam bem, estou colocando aqui minha OPINIÃO, ou seja, vocês podem achar que o que eu vou escrever é algo profundamente ignorante, sem sentido ou o que lá quiserem pensar, mas é que EU senti na pele e realmente penso a respeito.

O primeiro ponto que questiono, é tudo o que dizem sobre os anticorpos do leite materno. Ok, fato. Sei disso e por este motivo amamentei meu filho até os 6 meses. Eu apenas não acredito nos efeitos dos "anticorpos do leite materno" passados os 6 meses da criança.

Acho que quem amamenta após isso, é porque efetivamente gosta, tem leite e disponibilidade. É pela sensação de carinho, ligação, afeto. No meu caso, eu amamentei o meu filho exclusivamente até os 4 meses e depois continuei até os 6. Eu era efetivamente uma vaca leiteira. Não tive rachaduras, fissuras, etc, mas DETESTEI amamentar. Tirá-lo do peito aos 6 meses foi difícil. Eu chegava do trabalho e corria pra sugar tudo com a bombinha e só após isso eu o pegava no colo. O leite que eu tirava ele tomava na mamadeira. Assim fui conseguindo fazer com que ele percebesse que eu “não tinha mais leite” e que a mamadeira era mais interessante (mamadeira de leite materno).

Isso durou quase 1 mês. Depois dei um basta. Realmente não me sentia mais disposta a isso. O simples fato de me sentir "presa" me deixava em pânico, ainda assim fiz isso pelo meu filho. Sabia que era importante e eu tinha leite demais. Não sei se não tivesse tido leite, se ficaria frustrada, ou simplesmente não me importaria... Talvez se isso tivesse ocorrido minha opinião seria completamente diferente.

Agora um ponto que acho importante destacar é que dizem que crianças de peito não ficam doentes, crescem mais, etc... para mim, não é verdade. Meu filho aos 3 meses teve bronquialite, depois teve suspeita de meningite (graças a Deus era apenas uma super inflamação na garganta) e só depois dos 2 anos de idade as “zicas” chegaram ao fim. Eu não fui amamentada no peito. Minha mãe diz que eu simplesmente a rejeitei... rsrsr, fui criada com leite de cabra, e tive muito menos zicas que o meu filho durante essa mesma idade. Notem OPINIAO MINHA, OK?

Bom, dá pra notar que realmente é algo que eu, NÃO CURTI e só fiz por ser meu filho. Ao menos ninguém pode me chamar de egoísta ou mãe desnaturada né?

Acho que o que ainda foi pior pra mim foi o fato de que eu simplesmente tinha verdadeiro horror de amamentar na rua. Eu não saia de casa e, quando saia, muita vezes ia pra dentro do carro pra dar de mamar. Tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Bobagem minha, eu sei, mas até hoje acho horrível mulheres que colocam os seios pra fora sem o menor pudor para amamentarem suas crias, sem ao menos usarem um paninho. Ok, também vão achar que é babaquice minha, mas É MINHA OPINIÃO. Não gosto. Não sou índia e ponto final!

Mas, no fim das contas, acho que nós mães devemos fazer o que o nosso coração mandar. Se há vontade de amamentar até os 4 anos, “que assim seja feita a vossa vontade”! O importante é fazer aquilo que realmente nos deixa feliz se lixando para a opinião alheia. O filho é seu e o peito, idem!

E por favor, “amigas do peito” e similares. Não se ofendam ok? Tenho grande admiração por quem efetivamente defende essa “tese”, e não pretendo afrontar ninguém com o que expus aqui, minha intenção foi apenas colocar pra fora o que eu realmente penso sobre o assunto.

É isso. Bom final de semana à todos!



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ainda somos as mesmas por quem eles se apaixonaram???


No fim de semana estive com uma grande amiga que algum tempo não encontrava. Ela é casada deve ter entre 4 e 6 anos, tem um filho de 2 anos e meio, e como toda família “perfeita”, está tentando engravidar do segundinho.

Até aí nada de anormal não é? Pois é.... depois saberão que a anormal sou eu, como de costume...rsrsrs, mas é que conversamos sobre tantas coisas que alguns pontos não me deixaram em paz durantes esses dias. Refleti, refleti e juro que não consegui entender.

Bom, como eu havia dito antes, ela e o marido são dois super fofos, nitidamente se amam de montão, o moleque é um fofo e quase não dá trabalho, eles têm uma condição financeira razoável, além de facilidade com babá, sogras legais, etc...

Mas o que me trouxe aqui não foi isso...

Lá para as tantas da conversa, nós estávamos relembrando do tempo em que começamos com nossos maridos, como era a nossa vida antes dos filhos, eis que, ela me relata que um dia desses, numa “suposta” D.R com o marido (coisa rara hoje em dia. Feliz daquele que consegue DIALOGAR COM O PARCEIRO. ISSO É FUNDAMENTAL!), sobre a rotina sexual deles não ser mais tão intensa quanto antigamente e ele vira pra ela e diz:

Obs: (os dados abaixo foram tirados da minha cabeça, logo, não sei dizer detalhes sobre o diálogo de ambos, ok?)

- Fulana, você efetivamente não é a mulher por quem me apaixonei!

Ela, obviamente, se choca com aquela “novidade” e em seguida, replica:

- Como assim??? Estamos juntos há mil anos, tudo maravilhoso, nossa família crescendo, estamos felizes, planejando outro filho e você simplesmente me diz que não sou mais a mulher por quem você se apaixonou?

(neste momento nem quero saber os animus, como ficaram né?)

No fim das contas acho que se acertaram, pois ela me contou isso às gargalhadas e não sei bem o fim da história. Mas o que eu vos pergunto (E ME PERGUNTO) é:

Pelo amor de Deus!! Como é que um cidadão, após 5 ou 6 anos de relacionamento, filhos, contas responsabilidades advindas da relação conjugal, etc, quer que a sua esposa seja efetivamente a mesma pessoa por quem ele se apaixonou???

Na verdade acho que minha dúvida é outra. Qual teria sido essa terrível mudança que fez com ela deixasse de ser a mulher por quem ele se apaixonou? (Será que deixou de fazer sexo 3 vezes por dia??? É tudo que eu consigo imaginar!!!)

Eis a pergunta que certamente EU FAREI AO MEU MARIDO. Será que ele também pensa assim e nunca me falou nada? Será que todos os maridos pensam assim? E mais, será que só nós mudamos?? E  eles? E essa mudança significa que tenha sido pra pior?

Sei que no fim das contas ela estava feliz e eles continuam super bem resolvidos como sempre. Na verdade quem ficou incomodada fui eu. Realmente não demonstrei, mas não consegui tirar isso da cabeça. Ainda bem que ela é avessa à tecnologia e não sabe da criação deste blog mas, se soubesse, sem problemas... somos amigas e apenas não falei isso tudo para não deixá-la com a pulga atrás da orelha né?

Mas realmente, me digam. O que será que a maioria dos homens espera de nós? Eu juro que farei essas indagações ao meu marido. Preciso saber se pensar assim é comum!!! Que tenso isso!!!!

Continuando... além desse ponto, outro que acabei levantando com esses questionamentos é que realmente não devo ser mais a mulher por quem meu marido se apaixonou...rs, mas ao menos espero ser a mulher por quem ele se apaixona a cada dia né?

Com meu famoso hábito de me questionar e responder a mim mesma, já adianto.... são 10kgs a mais, muito trabalho (graças a Deus), um filho de 5 anos que não nos deixa em paz um segundo, uma “secretária do lar” que se acha a minha melhor amiga e assiste todos os filmes sentadinha conosco na sala (afff, eu mereço!!!).... 

Fato é que por ser filha única, em algum momento da minha vida cogitei ter outro filho, mas comecei a pensar bastante sobre isso depois dessa conversa com a minha amiga.

Poxa, eu e o marido engravidamos com 8 meses juntos. Antes vivíamos louca e intensamente todas as horas do dia, virávamos noites e noites, saímos quando dava na telha, viajávamos de madrugada quando dava vontade, nem que fosse pra dormir no carro, íamos a shows ao menos 2 vezes por semana, não tínhamos regras, nem hora (apenas para o trabalho), vivíamos intensamente um para o outro...

Com a chegada do João tudo isso mudou. Foram noites insones, por causa de refluxo, cólicas... Kgs que ainda não me livrei. Depois disso vieram as fases das mil despesas, troca de escola, contratação de empregada... Agora que ele tem 5 anos, é mais grude do que nunca. Se dependesse dele NUNCA teríamos outro filho, até porque meu pitico efetivamente não nos dá essa chance, mas somos persistentes no treino.. hehehe. Vez ou outra vovó salva, outras contamos até dez para que ele durma sem a necessidade de lhe dar rivotril ou dramim (brincadeira hein gente! Nunca dei remédio pro meu filho dormir não!! Mas que tive vontade, isso é fato!!!rsrsr).

Bom, de um jeito ou de outro nos viramos. Mas a única coisa REAL que consegui tirar disso tudo é que EFETIVAMENTE NÃO ESTOU APTA A TER OUTRO FILHO. Não tenho mais paciência, o tempo para um já é curto e eu realmente pretendo fazer tudo aquilo que deixei de fazer com meu marido em razão da gravidez, EXTREMAMENTE SONHADA E PLANEJADA em algum dia de nossas vidas. Ainda temos tempo pra curtir a sós algumas vezes e, em outras, em companhia do grande amor da nossa vida (nosso Pitico amado!).

O chato são as cobranças, e aí, quando vem o segundinho? 

Alowwwwwwwwwwwww, galera, desejo o mesmo para você que me pergunta!! 

Não quero, não quero e pronto. Deixa eu viver a minha vida para, quem sabe, me poupar de ouvir que “não sou aquela por quem meu marido se apaixonou” e que ainda assim continua animadíssima com o crescimento da família.

Realmente é uma opção maravilhosa pra quem tem o dom da maternidade. 

Efetivamente o meu dom é para ser mãe de um filho só de modo que aderi à teoria: UM É BOM, DOIS SÃO MUITOS E TRÊS JÁ É FALTA DE EDUCAÇÃO!

Bjo povo. Inté!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Madrugadas insone I


Definitivamente sou uma pessoa totalmente fora dos padrões da normalidade. Durmo muito tarde, se pudesse acordaria muuuuuuuito tarde, coisa de 13hs da tarde sabe?

Na verdade acho que o que eu gostaria, na verdade, era ter optado por uma profissão que pudesse viver a madrugada intensamente.

Mas imagine só, se fosse assim, como é que teria família? Não ia rolar... Amo tanto a minha família. Ainda bem que certas coisas fogem ao nosso controle (menos o meu sono matinal e a insônia diária). Família e minha profissão, de ambas eu não abro mão!!!

Engraçado, às vezes fico pensando como é que meu marido me atura. Espero que ele também não pense o mesmo...rsrsrs.

O problema é... se deixar eu simplesmente não durmo de noite... Perco horas sagradas do meu sono lendo, estudando (quando é assim ainda é bom né?), mas em regra, perco horas vendo filmes inúteis. Outro dia me peguei assistindo uma aberração chamada “Centopéia Humana” (http://www.youtube.com/watch?v=1G18A-ld41c). Como deu no saco e o filme era o trash do trash, desisti, mas adivinhem? Eu tive a capacidade de suprema de assistir o final do dia seguinte. Logo eu que achava “Borat” 9 http://pt.wikipedia.org/wiki/Borat) a maior aberração do cinema.

Semana passada também me superei numa dessas noites em que a “mente não para”. Fiquei assistindo “a última casa” (http://cinemedo.adorocinema.com/a-ultima-casa/). Meu Deus, o que leva uma pessoa que já foi duas vezes assaltada em casa ir dormir às 4 da manhã vendo tamanha bizarrice? Pois é... nem eu explico.

Enfim, se quiserem dicas de como não dormir, como ter pesadelos ou os 10 melhores filmes trash, perguntem-me como e lhes darei a resposta.

Ok, realmente hoje meu dia foi atipicamente light. Que bom... Só em pensar que amanhã será “quinta” já dá um ânimo a mais. E que venha meu tablet. Com ele isso aqui vai bombar! hehehe

O nascimento


Então meus queridos... Tanto falei e aqui estou. O problema será quando a inspiração da madrugada surgir. Como farei para postar tudo que tenho vontade? Os dias não me atraem, mas a noite me enlouquecem de informações. A cabeça não para. Penso no trabalho, casa, família, obras, sonhos, conquistas, desejos. Muitos pensamentos desconexos, mas que para mim fazem total sentido dando ensejo á necessidade de expô-los, ainda que seja apenas pra mim.

Não quero mais ficar “dando a cara à tapa” no facebook ou em qualquer outra rede social (acho que agora vou dar a cara à tapa pra geral né? Hahahahah). Bom, na verdade a intenção ao criar este blog foi apenas para expor o que sinto, o que deixo de sentir ou simplesmente para falar abobrinhas. Acho que o criei como uma terapia virtual onde eu mesma me questiono e respondo às minhas próprias perguntas. Coisas de mãe, amante, dona de casa e trabalhadora moderna...

Muita gente me diz que eu seria uma excelente psicóloga, ou até mesmo psiquiatra. Na verdade, psicóloga eu não sei, até porque supostamente é muito fácil você dar conselho para os outros quando não está lidando diretamente com a situação. Agora a psiquiatria, isso sim acho que teria sucesso. Nitidamente eu “bato palmas” pra maluco dançar. Impressionante como os atraio (e meu dou bem com eles). Deve ser mera coincidência... hahahaha

Bom, enfim, aí está. Criei o “filho”, agora vamos ver se consigo mantê-lo. Acho improvável, mas não custa tentar não é!

Ah, só pra finalizar, o nome do blog foi em homenagem ao antigo desenho chamado "O fantástico mundo de Bob"(http://www.mofolandia.com.br/mofolandia_nova/bob.htm), efetivamente meu grande "inspirador". Quem me conhece sabe bem o que quero dizer!!! 

Sendo assim, bem vindo ao Fantástico mundo de Cláudia!!!